quarta-feira, 13 de setembro de 2017
terça-feira, 12 de setembro de 2017
terça-feira, 5 de setembro de 2017
Coleção Salve-se Quem Puder (Livro jogo)
Tá aí um livro jogo que não é nem Aventuras Fantásticas nem RPG, a coleção da Scipione, Salve-se Quem Puder, que tive a oportunidade de ler / jogar recentemente, e este volume foi A Cidade Submersa, historinha bacana que me trouxe por alguns momentos de volta à infância. Descobri essa coleção nos anos 90, mesma época em que a série Aventuras Fantásticas bombava nas livrarias, mas não teve o mesmo reconhecimento que essa série de fantasia e até os dias de hoje é pouco lembrada, o que acho muito injusto. Em comum com a série da Marques Saraiva só mesmo o fato de não se tratar de um livro tradicional, e sim um jogo interativo com uma história de pano de fundo, que nos diverte até termos a sensação de completar a missão, que no caso é terminar o livro. Em Salve-se Quem Puder não precisamos de dados, anotações, nada disso. Não há combates, você não escolhe seu caminho, você tem muita ajuda para completar a missão, é oferecido pistas, você pode seguir adiante mesmo errando ou desistindo e lendo a solução para o problema na página de respostas, não há mortes, e o público alvo são as crianças, ao contrário de Aventuras Fantásticas, onde crianças, adolescentes e adultos sentem o mesmo prazer na aventura. Aqui toda página tem uma história em quadrinho, é tudo bem desenhado e bonitinho, auto explicativo, provavelmente seu objetivo principal é fazer as crianças tomarem gosto pela leitura brincando, além de desenvolver seu raciocínio e incentivá-las a pensar mais, aprendendo a encontrar soluções. Além disso, é um ótimo passatempo para unir pais e filhos, já que um livro tão interessante desses não deve passar despercebido aos olhos dos adultos, aumentando sua interatividade com os filhos e os fazendo pensar em equipe. Enfim, é igualmente injusto comparar essa coleção com Aventuras Fantásticas, Salve-se Quem Puder tem seu próprio mérito, e afinal de contas existiram outras coleções de livros jogos que não precisam ser comparadas, como a Enrola e Desenrola, que falaremos em um outro post. Acredito que assim como eu, muita gente teve em mãos na infância ao menos um exemplar dessa coleção e sabe bem do que estou falando. Para mim é uma leitura super recomendada, não só para as crianças, como também para os adultos redescobrirem ou mesmo passarem a conhecer. Imagino ser fácil de encontrar em qualquer sebo, este exemplar de A Cidade Submersa tive a sorte de encontrar e bem baratinho, e até mesmo pelo Mercado Livre. Baixar versões em scans, pdf ou, se tiver, ler uma versão online, pode ser uma alternativa, mas nada substitui o prazer de ter um exemplar histórico desses livrinhos, que embora não carregue a alcunha de ´´livros jogos´´ eu assim os batizo. Não sei se foi relançado, e por mais que eu procure não consigo encontrar informações dos criadores, do ano de lançamento e da história da coleção, mas continuarei minha busca por outros volumes, mesmo os que já conheci na infância, e conhecer o maior número de desafios possíveis dessa coleção, entre eles desafios super fáceis, outros complexos, outros intuitivos, outros até mesmo controversos, que acaba pregando uma peça no leitor que por ventura possa ter outro ponto de vista, mas que mesmo assim o faz aprender a enxergar para os lados e entender o que lhe passa despercebido. Para entender melhor o que estou dizendo, só mesmo lendo um desses livros.

Marcadores:
a cidade submersa,
Aventuras Fantásticas,
coleção Salve-se quem puder,
editora scipione,
Gil Lima Tejo,
interação,
juvenil,
leitor,
literatura,
livro jogo,
Marques saraiva,
martin oliver,
pista,
RPG,
série
quinta-feira, 13 de julho de 2017
Um Homem Aranha que esperávamos, mas que ainda não supera o de 2002

Até que enfim um filme bom do Aranha, tal como esperávamos a muito tempo. Mas ainda prefiro Tobey Maguire vivendo o herói, ainda considero a trilogia de Sam Raimi imbatível, mesmo o terceiro filme tendo tantos hatters o vejo como um bom filme, embora não sendo perfeito. Em De Volta ao Lar Peter deixa de ser aquele nerd solitário e tem uma turma de amigos nerds, já numa fase boa nesses tempos atuais em que ser nerd não é ser sofredor, é cult, Big Bang Theory está aí para provar isso. Inclusive o valentão da escola que vivia fazendo bullyng com Peter é também um nerd nessa nova versão, e isso me causou estranhamento, o ator parece até um indiano. Tia May agora é uma senhora enxuta, mais até que a anterior, tio Ben sequer é arranhado, Peter aparentemente tem dificuldade em usar os poderes que lhe foram conferidos pela picada da aranha radioativa, nada de sensor de aranha, parece que o traje realmente é tudo para ele, como não devia ser, afinal ele não é um Homem de Ferro mais novo, e aquela vozinha feminina falando com ele o tempo todo tal como o Jarvis também incomodou. Mas o roteiro é bom, e como Peter aprende e mostra no final, ele é bem mais que o uniforme a despeito do que pensava. Michael Keaton fez um Abutre que não decepcionou, trabalhado em um tom ideal, porém é exagero dizer que foi um vilão como nenhum outro da Marvel conseguiu ser nos últimos anos, como está sendo normal ouvir por aí. Torceremos para que o próximo vilão seja o Duende Verde, desta vez de maneira acertada, já que temos razões para acreditar no bom senso de quem está por trás deste novo aracnídeo. Ainda estão nos devendo um interesse amoroso familiar ao Peter, nada de nerds esquisitas, ou ao menos que lembre minimamente as personagens que estamos acostumados, uma nova versão do Harry sem necessariamente ser um nerd, e a inclusão aqui e ali de outro herói Marvel, além do Homem de Ferro. Falando em Tony Stark, ele aparece de forma dosada, não ofuscando o Homem Aranha de Tom Holland em momento algum, como temíamos vendo os trailers. Obrigado Marvel. Mas por favor, que o próximo traje seja menos incrementado, ao que parece o herói vai se tornar mais livre e menos dependente da tecnologia e direcionamento do Stark, e assim vamos ter um Homem Aranha mais completo, que age sozinho, além de começar a trabalhar no Clarim, se interessando pelo ofício da fotografia, não em vlogs, afinal de contas hoje todo mundo faz vídeo para o Youtube e isso não conta como fotografia. Ou será que pensam que sim?
Marcadores:
Abutre,
aracnídeo,
crítica,
Gil Lima Tejo,
Homem Aranha de Volta ao lar,
Homem de ferro,
Jon Watts,
Karen,
Marisa Tomei,
Marvel,
Michael Keaton,
Peter Parker,
tecnologia,
Tom Holland,
tony stark,
traje
terça-feira, 11 de julho de 2017
Space Squad Gavan vs Dekaranger - Crítica COM SPOILER
![]() |
| Porque o nome Gavan vs Dekaranger? Os heróis não lutaram entre si, pelo contrário, se juntaram para uma causa em comum, apesar de alguns tropeções pelo caminho. |
Acabei de assistir Girls in Trouble e Gavan vs Dekaranger, e para mim o saldo total foi positivo. O primeiro não achei tão divertido, nem mesmo pela aparição da Herbaria (Hellvira no original), que apesar do visual bem bonito não era a Herbaria que estávamos acostumados. Sem ligação nenhuma com a Herbaria de Spielvan, a impressão que tivemos era que apenas aproveitaram o visual para criar uma vilã interessante. Benikiba, inicialmente apresentada como a mesma vilã do Jiraiya, também não é nada do que esperávamos, mas acho que a gente pode perdoar, já que essa nova Benikiba é uma gata. Porém, o filme tem muitas cenas de luta, o que acredito ser o melhor do filme, além de servir como prólogo para o primeiro episódio de Space Squad, que torcemos para ter as prometidas sequencias de fazer cair o queixo de qualquer fan de tokusatsu, ou mesmo apenas dos saudosistas que acompanharam parte desses heróis na Manchete. O roteiro é fraco, e a história cansativa de se assistir. Como já tínhamos ouvido falar, Herbaria só aparece nesse capítulo introdutório e é derrotada.
Já Gavan vs Dekaranger, apesar de algumas coisas me incomodarem, achei um filme bom. O roteiro é bem construído, tem mesmo estrutura de filme de cinema, mais até do que qualquer Super Hero Taisen. Já que o projeto é mais ambicioso, poderíamos esperar um CGI mais caprichado, principalmente na parte das naves, e ficamos apenas na vontade. As cenas de luta são de tirar o fôlego, mas fiquei um pouco frustrado ao saber que esse Mad Gallant, o nosso MacGaren, não era o mesmo da série do Jaspion, apenas a tecnologia de sua armadura era aproveitada, mas me consolei com a citação do herói, da tecnologia Metaltex, do planeta Edin, e especialmente os flashbacks, que embora curtos foram suficientes para empolgar muito marmanjo por aqui, especialmente no momento em que Gavan lança um ´´Espadium Laser`` em MacGaren. A participação do primeiro Gavan e a solução encontrada para se derrotar o vilão principal é válida e consegue emocionar até os mais insensíveis. O roteiro ainda apresenta alguns defeitos que não me passaram batidos, como exemplo posso citar a solução tosca que a comandante Sophie ´´encontrou`` para fazer o Gavan entrar em contato com os Dekaranger, a falta de explicação quanto ao desaparecimento do dono da empresa de fraldas, que teve uma importância crucial no plano dos vilões, a ressurreição de Satan Ghost. Este sim esperamos que seja o original, não uma cópia barata. E ninguém me convence que ele foi destruído tão facilmente quanto sugerido no final. Ah, e o fato desse novo Mad Gallant ter sobrevivido depois do ´´Espadium Laser``, tendo apenas sua armadura destruída, também achei difícil de engolir.
Esse primeiro episódio de Space Squad valeu pela nostalgia, pena nós brasileiros não podermos colaborar de maneira legal com o projeto. Foi realmente digno de ser exibido no cinema, bem melhor que o filme dos Power Rangers, com quem sofreu comparações desde o início do ano, por ser um filme de tokusatsu ´´de verdade``. Um bom presente para nós, fans saudosistas. Que o projeto engatilhe e que possamos ver, a nosso modo, outros Space Squad com mais heróis de nossa infância. Esse primeiro teve até cena pós crédito, achei uma belezura.
Marcadores:
Benikiba,
comandante Sophie,
Gavan vs Dekaranger,
Geki Jumonji,
Girls in Trouble,
Herbaria,
Jaspion,
Kenji Ohba,
MacGaren,
Mad Gallant,
Metaltex,
Power Rangers,
Space Squad,
Spielvan,
Toei Company,
Tokusatsu,
Type G
segunda-feira, 3 de julho de 2017
Elenco brasileiro de Game of Thrones
GOT vem chegando em sua 7ª temporada esse mês e com isso não se fala em outra coisa. Enquanto aguardamos, e já entrando na onda, estive aqui imaginando como seria o elenco de Got se fosse filmado no Brasil. Não fui muito longe, pensei apenas nos personagens mais recorrentes da 1ª temporada, e sei também que a ideia não é nova, mas se alguns atores imaginados para sua versão brasileira ficaram bem parecidos com os originais, outros achei que não combinavam nem um pouco. Enfim, fiz minha escalação, comentem o que acharam e se vale a pena fazer com personagens de outras temporadas.
Klara Castanho como Arya Stark
Renato Cavalcanti como Bran Stark
Vladimir Brichita como Sandor Clegane
Denise Del Vecchio como Catelyn Stark
Alexia Dechamps como Cersei Lannister
Mariana Ximenez como Daenerys Targaryen
Reynaldo Gianecchini como Petyr Baelish
Lully de Verdade (Youtuber) como Goiva
Miguel Nader como Hodor
Henri Castelli como Jaime Lannister
Caio Paduan como Jon Snow
Vítor Thiré como Joffrey Baratheon
Marcello Novaes como Jorah Mormont
Juliano Cazarré como Khal Drogo
Lícurgo Spínola como Eddard stark
Rafinha Bastos como Renly Baratheon
Klebber Toledo como Robb Stark
Charles Paraventi como Robert Baratheon
Totoro como Samwell Tarly
Marina Ruy Barbosa como Sansa Stark
João Velho como Theon Greyjoy
Herson Capri como Tywin Lannister
Giovanni Venturini como Tyrion Lannister
Marcelo taz como Varys
Rafael Vitti como Viserys
Marcadores:
2017,
6º livro,
Arya,
atores,
Bran Stark,
Crônica de Gelo e Fogo,
e se GOT fosse filmado no Brasil,
elenco,
Game of Thrones,
George Martin,
Gil Lima Tejo,
Jon Snow,
Livro,
sétima temporada,
versão brasileira
quarta-feira, 28 de junho de 2017
Já inventaram os ``Novos Trapalhões`` antes
Recentemente tem circulado a notícia de que uma nova versão de Os Trapalhões será lançada no dia 17 de julho no canal Viva, tendo no elenco, além dos Trapalhões remanescentes originais, o filho do Mussum e o Gui Santana, ex Pânico, que para mim foram as melhores opções para integrar a recente versão do quarteto. Os outros dois, Lucas Veloso e Bruno Gissoni, ainda não consigo reconhecê-los como bons sucessores. Não creio que o quarteto merecesse um remake, afinal, em clássico não se mexe, apenas deveria ter seus quadros todos reexibidos na programação do Viva. Esse remake provavelmente veio na onda da Nova Escolinha, que acabou se tornando mais uma homenagem do que qualquer outra coisa. Se essa nova versão vai ficar legal ou não, pouco importa, o que não devemos é nos esquecer que Os Tapalhões já tiveram uma nova versão, mesmo não reconhecida, o que acredito veementemente não ser o único a pensar desse jeito. E essa versão não é nem brasileira.
Big Bang Theory acabou se tornando o quarteto cômico que supriu a ausência de Os Trapalhões na TV que sentíamos desde a infância. Seus personagens não são sucessores oficiais, mas consigo reconhecer características de todos os quatro Trapalhões em cada um deles, o que pode ser coincidência ou não. Pode até mesmo ser que os criadores do seriado americano, Chuck Lorre e Bill Prady, tenham assistido alguns quadros desse nosso humorístico e tenham sido influenciado ao criar a personalidade dos quatro nerds principais, por que não? E com a série ainda em exibição, para que assistir a esse despropositado remake, pergunto eu.
Didi Mocó x Sheldon Cooper
Bem ou mal, sendo amado ou detestado, é o personagem principal do quarteto. Antissocial, consegue se divertir sozinho, irritante, cheio de manias, irrita os amigos, deus e o mundo e mesmo assim acaba tirando proveito dessas qualidades. E é impossível imaginar o seriado sem eles.
Dedé Santana x Leonard Hofstadter
Não é tão engraçado como os outros, muitos diriam que são personagens escadas, mas na verdade são tão importantes quanto os demais. Faz o estilo correto, pouco afeito a brincadeiras e gozações, está sempre fazendo duplinha com o personagem principal, mas acaba fazendo papel de trouxa e vítima das maluquices de seus companheiros.
Mussum x Howard Wolowitz
Farrista, mulherengo e contador de histórias. Pelo menos nas primeiras temporadas Wolowitz era assim. Mesmo que não fossem necessariamente sortudos com as mulheres, os dois não perdiam a oportunidade de apreciar o material, se aproximar vez em sempre mesmo as afastando, cheios de truques na manga para tentar impressionar.
Zacarias x Rajesh Koothrappali
Tímido com as mulheres, é também o mais meigo e fofinho dos quatro. Se a princípio sua aparente fragilidade põe em dúvida sua masculinidade, ele não tarda a provar que é sim um admirador do sexo oposto, e até se dá bem de vez em quando... claro que se a moça der em cima dele primeiro, por que não tem coragem nem de iniciar uma aproximação.
E vocês, o que acham da minha teroria?
Marcadores:
Big Bang Theory,
Bruno Gissoni,
Didi,
estreia,
Gui Santana,
Leonard Hofstadter,
Lucas Veloso,
os novos Trapalhões,
Rajesh Koothrappali,
remake,
Renato Aragão,
Sheldon cooper,
temporada,
Viva,
Zacarias
quarta-feira, 7 de junho de 2017
Melhor filme da DC desde O Cavaleiro das Trevas Ressurge
Não entendo a mania de certos críticos não estarem satisfeitos com nada. De longe Mulher Maravilha é o filme que a DC precisava ter feito há tempos. Depois deste, o segundo melhor foi Batman vs Superman, não a versão para cinema, e sim a estendida. Mulher Maravilha tem todos os componentes que um bom filme de origem de herói deve ter, desde a escolha do elenco, um roteiro funcional e cheio de ação, à muita cena de luta no final, um dos principais motivos de tanto crítico sentir-se incomodado, pois aparentemente pensavam em um filme mais cult que fugisse dos padrões de um filme estilo Marvel, mas devemos lembrar que as cenas de porrada não podiam jamais serem deixadas de lado, e que o filme não é feito apenas para quem sabe tudo dos quadrinhos, e sim é cinema pipoca, entretenimento para toda família. A DC não ia mais arriscar em fazer uma coisa diferente e amargar uma nova derrota. A única reclamação que tenho a esse filme é a falta de cena pós crédito. Além de tudo, é um filme bem diferente por se tratar de uma super heroína, e que, a bem da verdade, nunca teve um filme decente sobre super heroínas, pelo menos não nas últimas décadas. O filme tira de letra sem ser machista, sem sexualizar o gênero feminino, e sem ser feminista, apenas um filme de ação e pouca falação, mostrando que elas não ficam devendo em nada, tirando um e outro comentário sexista inevitável que mostra o quanto os homens podem ser incovenientes. Mais que isso, é um filme que trouxe várias meninas ao cinema as fazendo se interessar em produções cinematográficas de heróis, o que é bem positivo, já que antes crianças que se interessavam por filmes do tipo eram sempre meninos.
sexta-feira, 5 de maio de 2017
Kyutama dancing sofreu censura e teve parte modificada

Kyutama dancing, música de encerramento de Uchuu Sentai Kyuranger, tem uma coreografia bem interessante, e isso acaba fazendo o encerramento do sentai atual ser considerado por muitos como um dos melhores, inclusive por mim, e olha que eu não era fan de encerramento com dancinha. Isso porque, em determinado trecho, os heróis fazem gestos obscenos com toda naturalidade, mesmo em apresentações infantis, e me pergunto se os realizadores da coreografia ou são ingênuos demais para perceberem algum tipo de malícia, ou se são sem noção mesmo. Tente imaginar se fosse moda hoje em dia essas produções na TV brasileira, como as crianças receberiam essa tal inovadora dança, o que ia ter de criança zoando, fazendo nas escolas, despertando atenção de pais e mestres, provocando censura, textão na Internet e essa coisa toda. Mesmo para os padrões de nossa cultura, devemos lembrar que é um seriado feito para as crianças, e que os tempos são outros. Não à toa, a dancinha sofreu uma alteração, mostrando que tanto do outro lado do mundo como por aqui as coisas até que são parecidas. Provavelmente os pais acharam essa dança no mínimo ousada para não dizer outra coisa, e os passinhos agora já não tem mais duplo sentido. Para quem não conhece ou não tem ideia do que estou falando, assista as duas versões da coreografia, a antiga e a atual, e comprove que a substituição veio a calhar.
Obs: Problemas com direitos autorais podem fazer os vídeos não ficarem disponíveis por muito tempo. Talvez por isso não consegui encontrar a primeira versão do encerramento do próprio seriado.
Antiga versão:
Antiga versão:
Nova versão:
Não sou um cara chato, politicamente correto ou qualquer dessas coisas, mas acontece que, nessa sociedade que vivemos, tudo é motivo para virar chacota, piada ou mesmo processo, portanto é melhor tomar cuidado com dúbias interpretações. Será que aqueles malucos que fazem sites de teorias da conspiração, Anti NOM, Illuminati, essas coisas, não descobriram essa coreografia? Prato feito para eles dizerem que estão cada vez mais implementando sexualidade em produções infantis, tudo subliminarmente, para deixar as crianças familiarizadas com pornografia e obscenidade gratuita, neste terreno que está sendo preparado pelos poderosos inescrupulosos que em breve será denominado como A Nova Ordem Mundial. ha,ha,ha,ha,ha,ha,ha,ha,ha!!!!
Marcadores:
anti Nom,
censura,
coreografia,
dança,
dancinha,
encerramento,
gestos,
Illuminati,
Kyutama dancing,
modificação,
mudança,
Nova Ordem mundial,
nova versão,
obscenos,
passinhos,
sentai,
Uchuu sentai Kyuranger
segunda-feira, 24 de abril de 2017
Bem melhor que o original
Vou dar o braço a torcer. Power Rangers: Ninja Steel é bem melhor que Shuriken Sentai Ninninger.
É a primeira vez que consigo achar uma adaptação da Sabam melhor que o sentai original, mas é por aí mesmo. Ninninger foi uma série horrível, e quem assistiu alguns episódios sabe bem do que estou falando. A nova série Power Rangers, exibida pela Nick EUA, foi interrompida em seu oitavo episódio, não sei exatamente porque, apenas que continuará no semestre seguinte. Dos episódios que foram exibidos até então, os dois últimos estou achando bem difícil encontrar para assistir. Mas essa temporada é muito boa, espero de coração que continue, nem parece que aproveitaram apenas o visual para criar uma série totalmente nova, tem cara mesmo de remake, e um remake melhorado. O vermelho, Brody, tem toda uma explicação para ser um cara infantil e esquisito, já que passou os últimos dez anos longe de nossa civilização terrena, além de também ter feito parte de uma família ninja. O azulzinho, Preston, é mesmo um mágico de quinta categoria que faz apresentações tosquíssimas no colégio, além dos outros personagens, todos bem carismáticos, com destaque da brasileira Chrystiane Lopes como Sarah, a Ranger Rosa. É interessante ver o robô de Brody, RedBot, ser bem parecido com o Zord que ele pilota, e outros elementos que fazem Power Ranger continuar sendo a franquia que sempre foi, como o humor ingênuo e o espírito adolescente. Micky Kanic então, está se saindo meu mentor favorito. Recomendo essa série, que nos dá a impressão que ao menos Ninninger pôde ser aproveitado para uma coisa boa. Estreará em nossa terra em junho, no Cartoon Network
Marcadores:
adaptação,
brasileira,
Cartoon Network,
Chrystiane Lopes,
Gil tejo,
haim Saban Shki levy,
Mick kanic,
Nick EUA,
Ninja Steel,
Power Rangers,
Ranger rosa,
remake,
sentai,
Shuriken Sentai Ninninger,
Toei Company
Assinar:
Postagens (Atom)









